quarta-feira, 27 de dezembro de 2023
quarta-feira, 4 de janeiro de 2023
Sur? tô!
Amar é, empurrar um barco furado para o mar todos os dias acreditando que ele nunca vai afundar.
É no silêncio do outro que cabem todas as nossas paranóias.
Esperança é a última que morre porque é a mãe de todas as desgraças.
Quero beber tanto hoje a ponto de abrir as jaulas de todas as palavras não ditas, dos sentimentos mal ditos, das certezas incertas.
quero liberar minhas loucuras e sair andando pelada na rua.
quero rir da minha própria desgraça e nudez, enquanto balanço a pochete da alegria em frente aos nefastos arrogantes, moralistas dos jardins do Éden.
"Voem meus abutrez", alimentem-se das entranhas dos babacas enarcizados.
HOje eu vou errar o caminho, de propósito!
Vou atirar a minha flecha sem nenhuma direção.
Não vou jogar pedras no rio, porque os peixes nada têm haver com a desgraça alheia.
Sou a boba da corte e do corte.
A tola na torre.
A trolha de porre.
Assinar:
Postagens (Atom)